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Axé, orixás e espiritualidade afro-brasileira explicados sem misticismo de ocasião e sem jargão de tese. Para quem chegou agora e para quem já é da casa.
Banho de ervas: como tomar, o que dizer e por que não é “só um chá quente”
Arruda na sacola, sexta-feira à tardinha, feira livre. O banho de ervas é a porta de entrada mais popular da espiritualidade afro-brasileira — e a pior explicada.
Os orixás e os dias da semana: o calendário que organiza a fé (e a agenda)
Todo mundo sabe que sexta-feira é dia de branco. Pouca gente sabe por quê — e menos gente ainda sabe que a lista muda de casa para casa.
Pontos cantados: por que o terreiro canta antes de qualquer outra coisa
Uma casa de santo em silêncio é uma casa desligada. Por que o canto abre, conduz e fecha o trabalho — e por que o primeiro ponto nunca é o seu favorito.
Primeira vez num terreiro: o guia sem vergonha de perguntar
Ninguém nasce sabendo a hora de levantar — e é justamente isso que trava as pessoas na porta. Aqui estão as dúvidas que você teria vergonha de fazer em voz alta.
Umbanda e candomblé: qual é a diferença (e por que confundir dá ruim)
Uma nasceu na África e atravessou o Atlântico. A outra nasceu no Brasil, de gente que já estava aqui. Chamar as duas pelo mesmo nome é o erro mais comum do país.
Exu não é o diabo: a confusão tem endereço, data e tradutor
Chifre, tridente, fogo: nada disso tem a ver com Exu. A troca começou numa tradução do século XIX e continua atrapalhando gente que nunca leu uma linha sobre o assunto.
Qual é o meu orixá? Por que nenhum teste da internet responde isso
É a pergunta mais buscada sobre religiões afro-brasileiras — e a que mais recebe resposta errada. Spoiler: não tem tabela, não tem signo e não tem atalho.
Comidas de santo: o que os orixás comem e por que a cozinha manda no terreiro
Todo mundo já comeu acarajé. Quase ninguém sabe de quem ele é, por que leva dendê e o que a cozinha de um terreiro tem a ver com o prato da esquina.
Guias de contas: o que significam as cores dos colares (e por que não é bijuteria)
Elas aparecem em foto de novela, em desfile de moda e no pescoço de quem entende. Só uma dessas três situações tem função — e não é a da passarela.